“RIO – Uma briga na porta da boate Baronetti, em Ipanema, na madrugada deste sábado, terminou com a morte do estudante Daniel Duque, de 18 anos. Segundo a polícia, ele e mais dois amigos se envolveram em uma briga com outro grupo, após saírem da casa noturna. O soldado da Polícia Militar (PM) Marcos Parreira do Carmo, cedido ao Ministério Público para fazer a segurança da família de uma promotora, foi preso em flagrante e confessou o crime.”
fonte:oglobo.com
Não se pára de falar isso hoje no Rio, o jovem de família rica que foi baleado após ter se envolvido em briga numa boate. Todos envolvidos na confusão fazem parte da elite, o que eu não dou a miníma se morreu ou não, o único que se deu mal foi o PM que provavelmente era o único pobre, analfabeto do lugar e teve que servir de segurança terminando com a confusão dos playboyzinhos (pena que foi da forma errada, pena pro PM), porque eu ainda acho que ele teve um bom motivo pra fazer isso.
Agora o que é mais importante, a verdadeiras mortes e tragédias que o governo é o causador nunca entra em evidência, eu digo nunca é comentado até pelo povo, nós não temos idéia de quantas pessoas morrerm de fome, de quantas pessoas comem restos de corpo de humanos (e isso existe), como vai a saúde, ou em que o governo tá trabalhando pra melhorar esse valão.
Acho que a capital foi mudada pra Brasília não pra terminar com o unitarismo e sim pra afastar as pessoas do que e como o governo não trabalha, lá em Brasília eles podem não fazer o que eles deviam estar fazendo sem ninguém nunca os aborrecer. Não é como ter Carlos Lacerda o tempo todo no tornozelo como acontecia com Vargas.
Sei que é estranho ligar os dois assuntos ao mesmo tema, mas é isso aí.
Brasil-sil-sil
Meu senhores, acabei de assistir na tv o resultado do julgamento do “cão de guarda” de uma promota de justiça que como “leão de chácara do filho dela, acabou por assassinar um rapaz de 18 anos.
Fiquei abismado com a absolvição do réu e a defesa descarada, mostrada rapidamente na tv, feita pelo Promotor de Justiça.
Não conheço o processo, mas, acompanhei os fatos pelo noticiário e incrédulo hoje assisti a um espetáculo de defesa descarada.
Por fim e não menos grave, a mãe que perdeu o filho a menos de três meses foi expulsa do local, que teoricamente deveria ser feita a justiça, por mau comportamento.
Mau comportamento foi o do poder judiciário que, não respeitou o sentimento de uma mãe e simplesmente virou as costas para a pobre coitada.
Não sei e não me interessa saber se o réu deveria ou não ser condenado, no entanto, causa espécie a forma deslavada com que atuou o Ministério Público.
Por acaso, ou por analogia, deve o MP responsável pela acusação ter também seu cão de guarda.
Me parece importante também salientar que o segurança deve resguardar a Promotora de Justiça e não sua familia quando em balada noturna.
Sei que nada disso que escrevo adianta alguma coisa, mas não consegui ficar sentado na frente da tv sem extravasar minha insatisfação com a Justiça.
Luís Antônio Carvalho
Filhino de mamãe promotora precisa de babá para ir se divertir na boate onde vão os ditos “cidadãos comuns”?
Medo de que alguém pise no pezinho ou que alguém lhe diga NÃO?
A responsabilidade do assassinato é do policial e do Estado, que não possui condições de garantir a segurança funcional ataravés de ações que combatam o crime que apavora e por vezes impede a justiça.
Se, como argumenta o autor, o policial “…é o único pobre e analfabeto do lugar”, errado estava ele, afinal ovelhinha não cresce no mato. Em seu lugar alguém mais preparado para ações de gangues.
Boate, madrugada, drogas lícitas, drogas ilícitas, inveja, ciúmes, desafetos, provocações, intrigas, etc são os ingredientes perfeitos para a confusão que normalmente acaba em brigas, acidentes e mortes.
Para a família Duque resta a perda
Para a família Velasco resta o remorso.
Para a família do Carmo resta continuar.
Para todos existe o consolo da sobrevivência da alma e a certeza de que são os desígnios do Criador.